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166 resultados encontrados para ""

  • Um círculo virtuoso

    O corpo tem o cérebro O cérebro tem a mente A mente tem o pensamento O pensamento tem a razão A razão tem a compreensão A compreensão tem a ação A ação tem o movimento O movimento tem a reação A reação tem o sentimento O sentimento tem a emoção A emoção tem o coração O coração... tem o corpo.

  • Cura mundial ao vivo e a cores

    A Liberdade é azul. Azul, cor do céu do mundo. A Igualdade é branca. Branco, cor símbolo da paz. A Fraternidade é vermelha. Vermelho, cor de todo sangue. Tríade que se propõe ser a base do ser humano universal. Um legítimo lema capaz de salvar a humanidade. Comunhão entre o ontem, o hoje e o amanhã. Sementes plantadas há alguns séculos, cuja colheita ainda não foi bem desfrutada. Que esta lição ensinada desde os séculos seja aprendida pelos novos tempos, Pois que ainda a humanidade há de vingar. Benfazeja a cura, a tríplice purificação: Do sangue, dos povos, do mundo. Antes que tudo, Durante em tudo, Depois com tudo... L.'.I.'.F.'.

  • Os venenos da mente

    RAIVA, APEGO, IGNORÂNCIA, INVEJA, ORGULHO... (Um texto sobre o que são os venenos da mente, segundo o budismo tibetano). Os venenos da mente implicam algo que não é realmente bom para nós e nos levam a ter um comportamento não saudável. São tóxicos e perigosos e causam um declínio do bem-estar físico e mental. Sabemos que muitos venenos, quando usados em medidas exatas e em situações controladas, são a base de medicamentos que curam. O mesmo acontece com os venenos da mente, se soubermos lidar com eles. De acordo com os ensinamentos budistas, existem 84 mil venenos da mente, sendo cinco os venenos principais: raiva, apego, ignorância, inveja/ciúme e orgulho. O veneno fundamental é a ignorância, que leva ao egoísmo (ou apego), que por sua vez leva à raiva. Esses são os três venenos principais, que juntos produzem o orgulho e o ciúme. Também são três os métodos espirituais para lidar com os venenos da mente. Dependendo da pessoa, um deles é o mais apropriado. O primeiro deles é evitar os venenos. A pessoa se abstém e evita qualquer situação que a leve a sentir ódio, inveja, orgulho, etc. Pode parecer fácil, mas nem sempre é. Outra maneira é transformar os venenos em estados mentais positivos. Egoísmo e avareza, por exemplo, podem ser transformados em generosidade e compartilhamento – que, por sua vez, amplificam qualidades positivas. O terceiro método é usar o próprio veneno como caminho. O próprio veneno – por exemplo, a raiva – tem uma essência perfeita, que é um estado de bem-estar. É como o veneno usado para fazer o remédio. Algumas pessoas se dão melhor evitando o veneno – é o que conseguem fazer. Mas nem sempre esse é o método mais eficiente. Um exemplo: se nosso chefe nos irrita, podemos evitar encontrá-lo ou sorrir para ele, mas, ao voltar para casa, acabamos chutando o cachorro. Evitar e reprimir, neste caso, não funciona muito bem. Seria melhor usar um sistema de conversão ou de liberação – convertendo o veneno em uma qualidade, ou liberando o veneno em sua própria essência. A utilização desses métodos requer educação e compreensão. É preciso entender o que nos faz mal e o que nos faz bem. Hoje em dia, a grande maioria não acredita nisso e pensa: “Se acharem que sou mau e poderoso, vão ficar com medo e não me prejudicarão”. Mas não importa o quanto você possa aterrorizar as pessoas: no fim das contas, você se tornará vítima da própria energia, que será uma toxina dentro de seu sistema. Você pode achar que está afugentando inimigos, mas na realidade está se tornando mais vulnerável. Um treinamento eficaz é o de reconhecer que tudo tem uma essência perfeita. Logo, a única maneira de combater os venenos da mente é usando sua própria essência pura. É como ter medo de uma sombra. Se começarmos a usá-la como um escudo e proteção ou brincar de fazer outras formas com ela, sem perceber já a transformamos. Percebemos que aquela sombra que gerava medo é apenas uma ausência de luz. Como tudo, apesar de se manifestarem externamente de forma bruta, os venenos da mente têm uma essência perfeita. Mesmo que não consigamos enxergar, a perfeição permeia tudo – essa é a base do caminho espiritual. Autoria do texto: Lama Tsering é norte-americana de 59 anos que vive no Brasil desde 1995, da escola Vajrayana do Budismo Tibetano e coordena o centro Odsal Ling, em São Paulo. www.odsalling.org

  • Por tudo que for

    Viver e Lutar. Lutar e Vencer. Vencer e Amar. Amar e Viver. Aprender e Ensinar. Ensinar e Saber. Saber e Conquistar. Conquistar e Aprender. Ser e Poder. Poder e Ter. Ter e Querer. Querer e Ser. Por tudo que for...

  • Soul, traduzindo... Alma

    Alma, que a língua inglesa diz soul. Sou alma, que a minha língua diz, sim! Pois que na verdade, somente sei quem sou. Sei que quero ser alma solta, livre, com o sol. Quero ter alma quente, viva, dormente, sem dor. Saber que para frente, em busca de luz, me vou. Vozes cantam em sonhos, delírios sem calma. Levantam-me e me sacodem: sinta sua alma! Por terra, por sentimento, ao vento, ao mar... Inconsciente, inconsequente, quem sou afinal? Alma descontente, talvez temente, de tanto amar.

  • Bondade no coração? Não somente!

    E o AMOR, que de tão maiúsculo, faz-se compaixão, tolerância, compreensão, subserviência, dedicação a outrem, com paciência, invocando o altruísmo? Praticar a contemplação, viver o DHARMA, perceber nossos erros e corrigi-los, sem culpa, reconhecer as qualidades, se valorizar, buscar o autoconhecer, desapegar-se até alcançar o dourado CAMINHO DO MEIO. Antes de seguir este, percorremos caminhos extremos, ora perdidos e reprimidos, ora gozando prazer material, quase revogando a SENDA espiritual. Viver o Dharma (a retidão), sempre triunfante contra a injustiça, cumprindo a eterna lei da VERDADE superior, vitoriosa enfraquecendo a mentira, a paciência e a tolerância vencendo a raiva. A lei natural não limitando-se a tempo, espaço ou pessoa. Como apregoam os hindus, a infinita JUSTIÇA do universo se manifesta pela sequência de vidas, onde nenhum débito fica sem ser pago em vida terrena ou espiritual. Tal objetivo só alcançamos quando estamos integralmente conectados ao UNIVERSO. Afinal somos parte dele. Somos partícula inteira da imensidão cósmica. Somos instrumentos da Orquestra Celestial do CRIADOR. Por ela somos regidos, ainda que a descrença faça valer o livre arbítrio, do qual passamos a regentes de nosso destino. Saibamos que o Universo nunca mudará suas LEIS para nos agradar. Num passado longínquo, sábios da Índia, compreenderam que a maneira mais fácil e perfeita de se conectar com o universo é agir de acordo com as próprias leis da NATUREZA. Como ocorre na afinação de um violão: se apertar demais a corda arrebenta e se deixar frouxa, não afina. Instrumentos da orquestra divina, lembra? Sócrates, diante do templo em Delfos, contemplara seu lema: “Conhece-te a ti mesmo”. HUMANOS reconhecidos como frágil, físico, pensador, místico e poético, a caminhar na direção de si e do outro, na medida certa, para jamais perder-se. Insuficiente, pois "o essencial é invisível aos olhos", já disse certa obra literária. Se como Pessoa (também o poeta) posemo-nos a "desembrulhar-me e ser Eu", já que "o essencial é saber ver”? Triste de nós que trazemos a alma vestida!” Mas isso exige aprendizagem para desaprender". Ou ainda, desprender-se para aprender, retirar as camadas depositadas ao longo da vida para se chegar ao essencial, ao Eu mais verdadeiro? No TRIÂNGULO do autoconhecimento o inconsciente representa a parte maior. É poderoso, sábio e ilimitado. Assim sendo, quanta FORÇA é necessária para o homem alcançar o SÓLIO? Força bruta, não! Força, Vontade e Determinação, sim. A BOM PROPÓSITO cabe-nos o trabalho social e MORAL, onde o enquadramento individual resultará em ganho para a sociedade, recorrer a CIÊNCIA para transpor níveis, dispondo a alma á prática do BEM, em verdade a prover VIRTUDES. Virtuoso e puro, sendo foco de LUZ, fazer prevalecer a BELEZA perante a Sublime Ordem. Crescimento individual, constante, paulatino e voluntarioso. Vamos pedir força e a mais alta capacidade de amar, para ajudar as pessoas a encontrarem a forma ideal de caminhar. A Ciência da Sabedoria Universal nos mostra o caminho, mas não obriga a caminhada.

  • Livramento a todos, pela misericórdia divina

    Estamos há seis meses vivenciando este estado de mudança comportamental e energética. Como dizem... bastou um vírus! Seis meses para refletirmos sobre a vida. Afinal já são mais de cem mil mortes, três milhões de infectados... E depois ouvir falar destes números, muita gente está ansiando voltar à vida normal, fingindo que tudo só acontece na casa do vizinho. Sinto em dizer, porém nunca mais seremos os mesmos! Algo nos afetou profundamente. Emocionalmente espiritualmente e materialmente. O que o vírus não limpou, outras circunstâncias irá limpar. A espiritualidade está em compasso de espera, aguardando os reflexos de nossas ações e atitudes. A tragédia do Líbano fez cair um governo corrupto. O que mais poderemos esperar? Fiquem atentos aos seus sonhos, aos seus desdobramentos de consciência, ouçam sua voz interior. Um grande apelo se faz necessário: o Livramento a todos nós, pela misericórdia divina. Busquem a si mesmo, reúnam-se em família, reforcem seus apelos e intenções. O isolamento nos afastou, mas fortaleceu nosso templo interior. Vamos pedir e interceder pela humanidade. Que o flagelo das grandes tragédias não nos alcance. E que possamos voltar aos braços do Criador pelo amor... e não pela dor. Que a Grande Luz esteja com todos! Assim seja... Por Magaly Delgado (MagaMagaly) Terapeuta holística, sensitiva, numeróloga e radiestesista. Formada em Psicanálise Interativa e graduada como Sacerdotisa. Escritora do livro "Despertar - A Reintegração dos Filhos da Luz" .

  • Entre ser rico ou pobre, prefiro ser livro

    Era uma vez um país gigante pela própria natureza, de seus lindos e risonhos campos cheios de flores. País de glórias no futebol, de histórias nas artes, de vitórias e farras populares. O povo daquele país, era um povo dividido. Uma imensa parte das pessoas continuavam trabalhando, sofrendo com suas alegrias. Outra grande parte chorava centenas de milhares de mortos pelo tenebroso monstro Covideiro. E tantos outros vibravam pela conquista de mais um título no campeonato. Povo esse que costumava ser classificado de elite (os ricos), classe média (os bons pagantes de impostos) e o restante (os pobres). Naquele país não tinha muitos livros, mas tinha muitos, muitos, mais muitos impostos. Até que um dia, um ministro que cuidava do tesouro nacional resolveu aumentar mais um imposto, com a desculpa que livro era coisa de elite. Foi o instante em que esse ministro praticamente pichou a frase de um célebre escritor que disse assim: "Um país se faz com homens e livros"*. A frase passou a ser: "Um país de faz de homens ricos com livros e os demais que trabalhem pra pagar imposto." Notas do autor: 1) Esta breve crônica foi escrita na esteira das manifestações e postagens feitas pelas redes sociais, após divulgação da decisão do Ministro da Economia em sobretaxar o preços dos livros. Em meio a tantas alegações para justificar mais um abusivo imposto, fica a indignação de vários segmentos da sociedade, que vê nos livros o principal instrumento educacional e cultural de qualquer nação. 2) A hashtag #defendaolivro vem sendo amplamente propagada nas redeis sociais desde que foi noticiada a determinação do governo. Nada mais apropriada que a população, através de todos os meios possíveis, venha aderir a esta campanha. 3) A frase citada é de Monteiro Lobato. 4) A ilustração atribuída a este post é uma charge do cartunista Mathes Ribs. 5) Blog Fração de Tempo, que tem entre seus objetivos promover o incentivo à leitura, declara-se contra qualquer atitude ou política econômica que venha cercear, restringir, limitar o acesso ao todo tipo de literatura.

  • Uma fração de tempo com o poeta

    Ser humano brilhante, um gênio, um poeta, uma mente à frente do seu tempo. Mas é tão estranho... os bons morrem antes! Cantou a paixão por meninos e meninas, Reverberou sobre o que é perfeição. Chamou para celebrar a estupidez humana, Perguntou: quem inventou amor? Gritou para uma geração coca-cola. Emudeceu a voz dos tolos, Entregou à sua própria dor, Pregou o amor às pessoas, mesmo que não haja um amanhã. Saudou a vitória dos bons homens, Protestou contra as mazelas sociais, Contou a história e o cotidiano de pessoas e heróis comuns. Deu vida às suas personagens, alteregos e personalidades ambíguas, fez de heróis vilões. Há cerca de um quarto de século, partiu rumo ao mundo brilhoso da eternidade. Sua voz, obra e versos, ideais e ideologias ainda ecoam aos quatro cantos, atemporais. E sua requintada poesia está imortalizada. Vamos celebrar, sempre lembrar! Ele que dizia que só a verdade nos liberta, E que mudaram as estações, mas nada mudou. Só que você foi embora... Cedo demaaaaaais... ♪♫♫

  • Juntando as visões ao redor

    Você se sente sozinho num mundo cheio de gente? Relaxe! Ninguém está mesmo em condições de perceber onde você está. A menos que seu GPS esteja ligado. Se você quer entender exatamente qual é sua função no sistema, apenas relaxe. Todo o sistema está prestes a entrar em colapso. É bom criar logo usuário/senha e tratar de começar a salvar tudo na nuvem. Pretende conseguir tudo que deseja a preço justo? Então relaxe também! Nem tudo que você já conseguiu é totalmente seu. Afinal seu histórico está todo disponível nas redes sociais. Não bastasse nossos olhos estivessem voltados para as notificações na tela do smartphone, agora temos as máscaras, cobrindo boca, nariz e parte dos olhos. Quanto mais urgente, menos incólume. Quanto mais prioritário, menos palpável. E quanto mais importante, menos virtuoso. Em meio à louca rotina das ruas pandêmicas e a correria tresloucada dos afazeres, a preocupação agora é pensar no que fazer enquanto se puder fazer, com os cuidados para evitar contato mais próximo, sob prejuízo de contaminação. E assim, caminhamos na tendência da autocura, com dedos e mãos embebecidos de álcool (gel), com movimentos previamente calculados. Existe outra alternativa? Por enquanto, não! São esses vírus da era moderna que vão nos tornando "home-office dependentes", quase nos convertendo em plantas amareladas, regadas via rede "wi-fi"; como seres vegetais esquecidos, precisando do olhar e do cuidado humano. Mesmo que esse cuidado seja em forma de "live" com o artista ou digital influencer preferido. Mas podemos agir com moderação e dar uma olhada em volta, juntar as visões ao nosso redor e tentar reconhecer que todo individuo é único, real e que cada tem um perfil, o de ser vivo.

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