Velhos tempos versus novas maneiras

Passados quarenta e alguns anos, eis o que aprendi:

O Tempo passa. A vida acontece. A distância separa. As crianças crescem. Os empregos vão e vêm. O amor fica mais frouxo. As pessoas não fazem o que deveriam fazer. O coração se rompe. Os pais morrem. Os colegas esquecem os favores. As carreiras terminam.

Os filhos crescem e seguem a vida.

Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, e abençoando sua vida! E quando a velhice chega, não existe papo mais gostoso do que o dos velhos amigos...


As histórias e recordações dos tempos vividos juntos, das viagens, das férias, das noitadas, das paqueras... Ah, tempo bom que não volta mais...

Não volta, mas pode ser lembrado numa boa conversa debaixo da sombra de uma árvore, deitado na rede de uma varanda confortável ou à mesa de um restaurante, regada a um bom vinho, não com um desconhecido, mas com os velhos amigos.

Quando iniciamos esta aventura chamada Vida, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante, nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

"Não adianta achar que está bem feito. Sempre posso fazer melhor. Nada é tão suficientemente bom que não possa ficar ainda melhor. Ainda que pratique-se o bem e receba-se o bem não é o bastante.

Custo admitir, mas é este tipo de realidade que insiste em me rodear."

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