Estamos dando um boot no mundo!

Episódio 1


O sistema pegou vírus, está causando falhas operacionais, perdas de componentes e um colapso é iminente. 


Estamos escaneando a base central e os periféricos mas ainda não encontramos o antídoto. Por isso a solução é dar um boot, pra ver se consertamos o mundo.

Exatamente, o mundo! 

Esta imensa máquina planetária já estava no ápice de um travamento global, com vários bugs e muitos erros de execução,  precisou ter o sistema operacional reiniciado. 

Boot (ou reboot), termo em inglês que faz referência ao processo de reinicialização de uma máquina, que acontece no momento em que o botão “Ligar” é apertado com a máquina ligada, podendo ser feito mantendo-se pressionado o botão por alguns, até o total desligamento do sistema operacional. 

Bug (bicho, em tradução livre) é um termo aplicado na informática pra definir que o programa/sistema está com erro, falha, com pau nas rotinas de funcionamento. 

Em consequência disto, dando um boot a gente espera que o sistema seja recarregado por completo com melhor funcionando, tendo sido assim interrompidas e resolvidas as possíveis falhas do processamento anterior.

O sistema "Terra versão 2.0" começou a rodar de forma estranha quando um programinha de fabricação chinesa (ah essa mania do povo pegar coisa em feirinha Xing Ling...) foi instalado na versão 1.9 e começou a bugar as rotinas do lado oriental. Não demorou muito para um virus se espalhar e começar a dar pau nos aplicativos vizinhos e depois atingir a face o ocidental. 

Resultado: está tudo parado, os técnicos (médicos) estão trabalhando duro, os usuários (população) estão em quarentena sem vacina (antivírus), enquanto os analistas (governantes) estão  discutindo o método FCA (fato, causa, ação) mas o jeito é aguardar o software (mundo) ser reiniciando, mesmo sem previsão. 


Episódio 2

A memória devia estar tão sobrecarregada, com muita informação retida que o tempo de resposta agora é lento. Paciência, nem toda solução sistêmica é feito do tipo "pastel de feira", que o freguês pede e sai prontinho na hora. Tem processo crítico que e assim mesmo, exige mais testes antes de ser colocado em Produção. Quem é do ramo sabe.

E quem não é do ramo, devia ficar quieto e ouvir a palavras dos programadores (cientistas) que são especializados no código fonte (saúde pública). Não adianta agir feito variável nula (leigos) soltando informação errada (fake news) fazendo as sub-rotinas (vida cotidiana) ser executada e dar mais problemas. 


Já sabemos que os grandes  aplicativos (tipo China, Estados Unidos, Brasil) que consomem bastante CPU (economia mundial) podem não ter boa performance (atendimento médico), assim como programas que pareciam mais protegidos (Itália, que tem nele um instalado um reforço power chamado Vaticano) não foram eficientes na hora de fazer um debug (análise crítica) do problema.


Episódio 3


Enquanto a cura para a mais nova praga mundial não vem, o jeito é deixar rodando em segundo plano (ficando em casa) um procedimento conhecido como "revisão de escopo", que é quando se busca ajustar o desejo do solicitante (ser humano) com a solução proposta pelo desenvolvedor, o criador do sistema, ou seja, ninguém menos que Ele (Deus).

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