Em busca do Ego perdido

Sigmund Freud, certa vez, definiu que o Ego é a sede da consciência, um lugar de manifestações inconscientes; o Eu, a diferenciação do isso; é a instância do registro imaginário por excelência; portanto, das identificações e do narcisismo.


Desde então, descobriu-se que as funções do Ego são: capacidade de operar um recalcamento; sede das resistências; tentar gerir a relação "princípio de prazer" versus "princípio de realidade"; participar da autocensura; capacidade de construir meios de autoproteção; verdadeiro lugar de passagem da libido; produzir a sublimação (processo inconsciente pela a qual a energia da libido se desvia para trabalhos mentais criativos, socialmente desejáveis).


Complexo! Difícil de