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168 resultados encontrados para ""

  • Corpo que usa a alma, ao se corresponder com o espírito

    Em busca da melhor maneira de expressar o sentimento você encontra a maneira que melhor expressa seu pensamento. Entretanto, nem sempre o que você pensa representa realmente o que você sente. Confuso ou contraditório; redundante ou inconsequente? Não importa. Partindo desta analogia, pela velocidade de um pensamento, o corpo pode querer nos dizer algo. Quer dizer à alma que está vivo, bem vivo; falar que quer viver mais, e melhor. Dizer que apenas viver não basta, quer transpor as barreiras do tempo. Mas não pode! O corpo não pode transpor as barreiras do tempo. Só o espírito pode. E o faz. Para o espírito, não há tempo nem contratempo, quer encontrar um corpo, fazer dele o seu templo. Quanto à alma? A alma é o veículo, o fio condutor, o elo... porque une o corpo ao espírito. E deles, faz sua morada. Pode haver espírito sem corpo? Sim, por todo o sempre. Pois este, transcende. E haver corpo sem espírito? Enquanto vivo, não. Pois vivo, este tem alma. Enquanto houver alma, corpo (a matéria) e o espírito estão juntos. Mais lúcida esta forma de interpretação, não!? Por isso, importa. Princípio vital, manifestação autônoma relativa à materialidade do corpo: é a alma. Conseguimos vê-la, percebê-la ou alcançá-la? Impossível, talvez. Possível sim, é compreendê-la e alimentá-la, através de nossos sonhos, desejos e anseios. Então veremos como ela se expressa, como pode querer nos dizer: - Estude-se, em silêncio! Enxergue-se, no escuro de seus devaneios. Visite-se, estando no seu interior, retifique-se. E encontrarás a sua essência. Profundo? De fato, pois as melhores respostas para nossas piores perguntas estão em nossa subconsciência. Deste ponto de fusão, a alma pode comunicar-se ao corpo, mostrando onde pendulam a força, o peso, a massa, que fazem a matéria justapor-se ao espírito, carentes que são do mínimo equilíbrio contínuo. Será, porquanto provável, esta a mais difícil tarefa: manter síntono o elemento corpóreo com a centelha divina, tal qual fomos feitos, mas que a profanidade do mundo, nos disso.

  • O tempo que nos possui...

    Fala-se muito sobre o tempo, em falta de tempo, em se ganhar tempo, sobre o tempo curar tudo, de o tempo ser o senhor da razão, do tempo que se perde, que passa, que vai e não volta... Seja qual for nossa visão do tempo, uma questão podemos levantar: O tempo nos possui? Existe uma verdade: o tempo conserta tudo, mas também destrói, corrói, separa, muda e desgasta... a tudo e a todos. O tempo que leva é o mesmo que traz. Que leva e traz lembranças, romances, pessoas. Aproxima e afasta, tanto o que há de bom quanto o que há de mau. Tanto se diz que o tempo não para. Não para porque segue adiante, porque tem pressa, porque quer que o futuro chegue logo, quer fazer o presente virar passado. É o próprio tempo que quer que olhemos para frente, por isso não nos espera. Como se o tempo queira nos dizer: - Está esperando o que? Venha viver, me acompanhe, não fique lamentando o que fez ou não fez ontem; ou esperando o que vai fazer amanhã. No fundo, o que o tempo quer? Quer ensinar que o seu tempo é hoje, então não o desperdice; Quer que você viva e deixar viver, aprenda e ensine, construa e conserve; Quer avisar que ele é seu guia e seu companheiro, quer ser seu parceiro, quer estar com você. Mas de verdade mesmo, sabe o que o tempo quer? Ele quer eternizar você!

  • Por entremeios, entre outros, erros e acertos

    E o trimestre finda, o mês acaba e o dia termina... Certos, por termos feito mais e melhor; Corretos, em termos do que é de mais bem feito; Justos, para ser mais exatos que os mesmos; Os mesmos atos, que ora tenham sido impróprios; Próprios de nós mesmos, que agora somos aptos; Capazes, de poder nos orgulhar dos fatos; Concretos, em podermos manter intactos, acertos que foram desfeitos; Diretos, por querer errar menos, mais retos, que tantos meios defeitos. Não é o fim, nem o meio, muito menos estreito, ao menos aceitos Caminho, que vai e que vem, que dá voltas, sem cercas, com erros e acertos Por quais transitamos, tanto que não chegamos Ainda que, entre chutes e tropeços, alcançamos Nossos próprios passos e portanto, São mais que um novo rumo, apenas outro recomeço.

  • Conhecimento x Sabedoria: uma questão de semântica

    É possível falar de ambos os conceitos sem cair em confusão, contradição ou redundância? Possível é, desde que saibamos aplicá-los quando da atitude, da fala, da leitura/escrita. Não trago a pretensão de impor novos conceitos nem contrapor os velhos conceitos. Apenas traçar pontos de visão que possam estimular um aprendizado sob o olhar semântico. Conhecimento é ter informação sobre um fato, uma relação de familiaridade ou de intimidade com algum assunto. É perceber entendimento, estudo e até domínio. Mas também se pode conhecer pelo empirismo, ou seja, pela observância de eventos, pela experiências de acontecimentos. Conhecer é quase saber, porque saber é mais que conhecer. Sabedoria é o saber que vem da instrução, da informação praticada pelos atos dioturnos.  É discernir o bem do mal, o bom do mau, do claro ou escuro, enfim... do melhor caminhar. Do conhecimento há de se obter o domínio sobre si e para si, enquanto da sabedoria há de se alcançar o domínio sobre e para si, além do domínio sobre e para outrem. Da sabedoria se obtem o conhecimento do que é intuitivo e do que é conforme, tanto daquilo que é interior e próprio quanto do que é exterior e adverso. Por conhecimento normalmente se tem o indicativo de que alguém possui controle sobre fatos, ainda que não ocorridos, mas apenas supostos. É como dizer que determinada pessoa conhece um lugar, fato ou assunto e sabe o que fazer, agir e  lidar quando precisar. Por sabedoria muitas vezes se tem como indicativo de que a pessoa é instruída, que tem juízo e bom senso, que se comporta e age com retidão, pois detém controle das próprias emoções. É o que se pode afirmar que alguém sabe algo mais sobre um lugar, um fato ou um assunto e porquanto sabe escolher, modificar e interagir; se e quando precisar. Posso resumir que: O conhecimento é a arma do estudioso, precavido e eficiente; A sabedoria é o arsenal do cauteloso, astuto e eficaz.

  • Altruísmo, um instrumento prático para ser feliz

    O conceito de altruísmo parte do pressuposto de que humanos são egoístas por natureza. Por isso, se você faz algo para os outros sem pensar em si, sem esperar nada em troca, você é uma pessoa altruísta. Coerente esta definição, não? Mas a verdade é que você sempre está pensando em si, porque humanos estão profundamente ligados uns aos outros, e é impossível ser feliz se todos estiverem tristes. Assim como é impossível todos estarem felizes ao mesmo tempo. Há sempre alguém mais feliz ou mais triste do que você, é da natureza humana ora estar feliz, ora estar triste. As pessoas buscam ser feliz o tempo todo, pois ninguém prefere ser/estar triste. A tristeza apenas acontece, porém a felicidade pode ser conduzida, conquistada. Estar feliz nem sempre é o mesmo que ser feliz. Mas estar triste é simplesmente estar mesmo triste, mesmo não ser triste. Fazer o bem aos outros nada mais é que fazer o bem a si próprio. Fazer algo pra deixar alguém feliz vai lhe fazer feliz. Fazer alguém feliz, com altruísmo fará bem ao seu egoísmo.

  • Através do Universo ("Across The Universe")

    Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel Elas se mexem selvagemente enquanto deslizando através do universo Piscinas de mágoas, ondas de alegrias estão passando por minha mente Me possuindo e acariciando Glória ao mestre - criador do universo Nada vai mudar meu mundo Imagens de luzes quebradas que dançam na minha frente como milhões de olhos Eles me chamam para ir através do universo. Pensamentos se movem como um vento incansável dentro de uma caixa de correio Elas tropeçam cegamente enquanto fazem seu caminho pelo universo Glória ao mestre - o som do universo Nada vai mudar meu mundo Nada vai mudar meu mundo Sons de risos, sombras de amor estão tocando meus ouvidos abertos Incitando e me convidando Ilimitado amor eterno, que brilha em minha volta como milhões de sóis E me chamam para ir pelo universo Glória ao mestre ooouummmm... Nada vai mudar meu mundo Nada vai mudar meu mundo Nada vai mudar meu mundo Glória ao mestre Glória ao mestre Glória ao mestre [The Beatles]

  • Construindo o edifício interior: obra em estado permanente

    De pedra em pedra, tijolo por tijolo, dia de sol, noite, chuva... o templo da nossa história vai ganhando forma. Seu irmão ao lado também está em construção? Que beleza! Quanta coragem, bravura e persistência! Se, às vezes, um tijolo cai e nos machuca, outras vezes, é cal ou cimento sujando nosso rosto? Há tempo para que possamos nos limpar e cuidar das feridas, descansar da luta, recuperar a força e continuar. Errando, acertando, corrigindo, refazendo. Afinal existem os erros dos outros, os meus erros. Eis uma conclusão essencial: em toda obra podem haver erros e acertos. Erros tentando acertar, acertos que causam erros. Que os erros sejam motivos para buscar a retidão, como caminhantes de uma jornada, contínua, sempre com o olhar adiante, com sabedoria. Se errei, se magoei, se julguei mal, desculpe-me pelos transtornos. Estou em construção!

  • Amor, esperança e vida plena são sinônimos

    Amor, esperança e vida plena são sinônimos, pois enquanto o amor não está, a esperança nos mantém de pé. Essa mesma esperança nos conforta à espera de uma vida plena. Vida plena que só é possível com o amor vivido de forma intensa e completa, até que a esperança nem mais seja presente, pois a vida plena com o amor que desejamos fará com que a esperança terá feito seu papel.

  • Como provocar a felicidade interior, dia após dia, estação por estação?

    Penso que a felicidade interior tem muito a ver com nosso nível de expectativa. Por expectativa vamos conceituar: (1) Esperança baseada em supostos direitos, probabilidades, pressupostos ou promessas; (2) Ação ou atitude de esperar por algo ou por alguém, observando; (3) Esperança. Assim sendo, é comum que essa nossa expectativa não seja tão fundamentada. Logo, a possibilidade de fracasso é maior. Traduzindo melhor: Plantamos maxixe e queremos colher cereja. E quando isso não acontece, o mundo interior "desaba". Ou desaba de vez, ou vai desabando devagarinho, tão sutil que nem percebemos os sinais de ruínas. No entanto, seguimos, estação por estação esperando colher cerejas, que não brotam; Sete posturas que nos ajudam a colocar os pés mais no chão: 1. Buscar um certo nível de certeza quanto ao esforço e bravura com que lutamos por cada objetivo. 2. Atingir uma certa certeza de que fez isso sem agredir o direito do próximo (mesmo quando ele não encontra-se tão próximo). 3. Cultivar na alma o desejo de viver as coisas simples da vida. 4. Entender que existem coisas que não nos caberá mudar, mas nos caberá resistir lutando com ética e coragem. 5. Abraçar esse nosso mundo onde "falta tudo" como um desafio para construir soluções. 6. Procurar simplificar nossas necessidades físicas, financeiras e emocionais. 7. Compreendermos que somos os únicos responsáveis pelos caminhos que escolhemos. Mas se a vida nos impor caminhos alternativos, escolhas adversas, encarar como um presente e fazer deles oportunidades para prosseguir.

  • Estamos dando um boot no mundo!

    Episódio 1 O sistema pegou vírus, está causando falhas operacionais, perdas de componentes e um colapso é iminente. Estamos escaneando a base central e os periféricos mas ainda não encontramos o antídoto. Por isso a solução é dar um boot, pra ver se consertamos o mundo. Exatamente, o mundo! Esta imensa máquina planetária já estava no ápice de um travamento global, com vários bugs e muitos erros de execução,  precisou ter o sistema operacional reiniciado. Boot (ou reboot), termo em inglês que faz referência ao processo de reinicialização de uma máquina, que acontece no momento em que o botão “Ligar” é apertado com a máquina ligada, podendo ser feito mantendo-se pressionado o botão por alguns, até o total desligamento do sistema operacional. Bug (bicho, em tradução livre) é um termo aplicado na informática pra definir que o programa/sistema está com erro, falha, com pau nas rotinas de funcionamento. Em consequência disto, dando um boot a gente espera que o sistema seja recarregado por completo com melhor funcionando, tendo sido assim interrompidas e resolvidas as possíveis falhas do processamento anterior. O sistema "Terra versão 2.0" começou a rodar de forma estranha quando um programinha de fabricação chinesa (ah essa mania do povo pegar coisa em feirinha Xing Ling...) foi instalado na versão 1.9 e começou a bugar as rotinas do lado oriental. Não demorou muito para um virus se espalhar e começar a dar pau nos aplicativos vizinhos e depois atingir a face o ocidental. Resultado: está tudo parado, os técnicos (médicos) estão trabalhando duro, os usuários (população) estão em quarentena sem vacina (antivírus), enquanto os analistas (governantes) estão  discutindo o método FCA (fato, causa, ação) mas o jeito é aguardar o software (mundo) ser reiniciando, mesmo sem previsão. Episódio 2 A memória devia estar tão sobrecarregada, com muita informação retida que o tempo de resposta agora é lento. Paciência, nem toda solução sistêmica é feito do tipo "pastel de feira", que o freguês pede e sai prontinho na hora. Tem processo crítico que e assim mesmo, exige mais testes antes de ser colocado em Produção. Quem é do ramo sabe. E quem não é do ramo, devia ficar quieto e ouvir a palavras dos programadores (cientistas) que são especializados no código fonte (saúde pública). Não adianta agir feito variável nula (leigos) soltando informação errada (fake news) fazendo as sub-rotinas (vida cotidiana) ser executada e dar mais problemas. Já sabemos que os grandes  aplicativos (tipo China, Estados Unidos, Brasil) que consomem bastante CPU (economia mundial) podem não ter boa performance (atendimento médico), assim como programas que pareciam mais protegidos (Itália, que tem nele um instalado um reforço power chamado Vaticano) não foram eficientes na hora de fazer um debug (análise crítica) do problema. Episódio 3 Enquanto a cura para a mais nova praga mundial não vem, o jeito é deixar rodando em segundo plano (ficando em casa) um procedimento conhecido como "revisão de escopo", que é quando se busca ajustar o desejo do solicitante (ser humano) com a solução proposta pelo desenvolvedor, o criador do sistema, ou seja, ninguém menos que Ele (Deus).

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