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  • Dos limões à limonada

    Do sentido daquela frase: "se a vida te der limões, faça uma limonada", tomo aqui outras frases e faço uma mensagem. (Contudo, dispensarei as aspas). Agir. Pelo simples ato de abandonar o ato de reclamar. Pois, o medo é um estado ilusório. Não existe. Você o inventa e o aprisiona. Vale mais querer, ser e ter. Mesmo que para ter, precise ser e até parecer. Melhor ainda que poder ser (feliz) é acima de tudo é desejar a outrem. Outrossim, o que vale realmente a pena é buscar ser inteiro, digno e verdadeiro. Já que vida é uma viagem e não apenas um destino. Na vida devemos nos permitir o bem sofrer, ao invés do mal sofrer. No mal sofrer você fica dando desculpas, reclamando do que está bom, do que não presta. No bem sofrer você vai lutando, sofrendo em busca do melhor,  acreditando no que vale a pena lutar. Voando alto e distante, sem perder o ninho. Indo a fundo e em frente, mas retornando à fonte, de onde vindes. Enxergando mais longe, aonde findas. Vislumbrando o quanto brilha os olhos de quem vence.

  • Vivendo sob a luz de verdades inconvenientes

    Certas verdades são inconvenientes. Dentre as quais, permita-me dissertar: - O que você vê, pensa e sente sobre as pessoas, nem sempre é uma certeza; - O que as pessoas vêm, pensam e sentem sobre você, isso sim é uma certeza; - O que você vê, pensa e sente sobre si mesmo, deveria ser uma certeza. Certeza, nestes termos, com o puro significado de convicção, firmeza de caráter, compostura moral. Está aí um páreo duro, sim, Eu sei! Por isso tudo, é um tema complicado de se opinar, definir, debater. Mas não nos custa o exercício da autoafirmação, não nos gasta o benefício da reflexão. Ao contrário! Tantas são as vezes, que é melhor ignorar, agir com indiferença, quando nos deparamos com tais verdades! E outras, que é melhor enfrentar, rever nossos conceitos. Ou ainda, tentar contradizer, imprimindo razões e suprimindo emoções, no intuito de conhecer a melhor maneira de lidar quando essas verdades nos afetam. Observe: quando algo - ou alguém - nos afronta, como reagimos? Por instinto de defesa, ou damos de ombros (com indiferença); ou confrontamos (com falas, gritos, gestos  fortes), ou aceitamos a posição (de forma branda ou brava, dependente ao temperamento). Que adianta buscar igualdade no ser alheio em tudo, quando em nosso próprio ser reside a desigualdade!? Eu, você e os outros, todo mundo, têm no  corpo exterior muitas diferenças: dois pés, desiguais entre si; duas mãos, desmedidas entre si; dois olhos, díspares entre si. Interiormente, razão e emoção convivem com vontades próprias, dentro de uma mesma cabeça; personalidades que  conflitam dentro de um mesmo ego. Deste modo, permanece aquela busca incessante por uma aceitação pessoal que acontece sem grandes êxitos. Aceita-se, alivia-se, vive e convive-se! Isto sendo verdade, da próxima vez que quiser o mundo só pra você, lembre-se de outra verdade inconveniente: o mundo já existia antes de você e seguirá existindo sem mim e sem você.

  • Sem dúvidas mas com reticências

    Sabe aquela ideia de começar o ano bem, com força e vontade de fazer algo novo, algo melhor, algo para durar? Sabe aquele momento em que você percebe que o universo está conspirando a seu favor? Sabe aquilo que você quis plantar como semente, regando a cada dia com bons pensamentos e comemora consigo próprio por vê-la brotar? Consegue enxergar o lado clarividente dos fatos de hoje, com os ventos soprando a favor, ainda que ontem os mesmos soprassem contra? Entende como ao amanhecer o sorriso lhe vem ao rosto, mesmo que na noite anterior, as lágrimas teimassem rolar? Compreende como as pedras que tentaram lhe desviar do caminho serviriam também para calçar sua trilha? Tens agora a real noção de que mais importante é o aprendizado, que não vem com a queda, mas da forma como tu te levantas? Vistes que, as vezes em que te achavas pequeno, fraco ou inferior, na verdade era apenas tua sombra refletida contra o muro das tuas lamentações? Fostes conferir que a espada apontada em tua direção não ferir-te-ia porque em verdade fora forjada para proteger-te? Há que se reduzir as dúvidas do caminho. É tudo como aquele bem dizer:    desistir nunca,         renunciar jamais,             perseverar sempre. Tal qual a certeza de que:            forte é sua mente,        potente é seu punho,   e imortal é a esperança. Toma o destino em tuas rédeas. Faça diferença quando tudo for igual. Queira para si, por ti, o todo não em parte. Já que as reticências são os três primeiros passos do pensamento, que continua por conta próprio o seu  caminho.

  • Felicidade: de dentro para fora e adentro

    Toda e qualquer pessoa quer ser feliz. Tal como todo do mundo quer ter felicidade. Alguém afirmaria o contrário? Creio que não. Ninguém nasce para não sentir/ser/viver feliz. Correto, mas nem vou entrar nos pormenores de quem não é, quem pode ou não. Afinal, faço essa reflexão na época do ano em que mais se quer feliz e que mais se deseja a tal felicidade. Porém... há uma sutil diferença entre estar feliz - algo que pode ser momentâneo, de ser feliz - algo que é uma busca constante e de ter felicidade - algo que é de alcance maior. Claro que colocando desse jeito parece dizer que no fundo é tudo a mesma coisa, tudo tem o mesmo significado. Mas o conceito de felicidade é tão subjetivo que não paramos pra pensar nem se preocupar com o que significa ser feliz, sentir-se feliz, viver feliz, ainda que plurais sejam as definições. Por conta disso, não vou aqui ousar a  conceituar/definir, mesmo porque não é por gostar de explorar o pensamento livre que posso abusar das concepções de quem lê esse texto, no caso, Você. Convido-lhe ao menos a pensar que a  felicidade não se pode ter por obter, mas sim por merecer. Do estar feliz, para o ser feliz até o ter felicidade, são passos percorridos pelo nosso subconsciente, ou seja, nosso imediato arquivo mental. Segue minha explanação: Quando digo "Eu estou feliz" é porque meu subconsciente logo me avisa que estou vivendo um momento de felicidade, mas que ainda não é a felicidade propriamente dita. Quando digo "Eu sou feliz" é porque meu subconsciente me informa que um resultado de felicidade foi obtido em função de um esforço contínuo, mas um acidente de percurso pode revogar este período feliz, pois que ainda não terá sido a felicidade em sua plenitude. Quando digo "Eu tenho a felicidade" é porque meu subconsciente me declarou ter conseguido atingir o almejado estágio, que não vai acabar, pois terei sido digno de tamanha conquista, recebendo a felicidade inteira. O que mede a intensidade de cada uma dessas fases, momentos, períodos e estágios? É proporcional ao tanto cada um deposita em ações e atitudes, de bem tangível e intangível, ao longo de sua vida. Bom, não sei quanto a Você, mas Eu acordo a cada dia visando passar da fase de estar feliz, para a fase de ser feliz até chegar à fase de merecê-la, ó felicidade.

  • O Brasil: um produto e seu consumidor

    O Brasil é praticamente um caso de PROCON! Culpar fabricante ou consumidor? Assumindo que o Brasil é um produto mal acabado, cheio de falhas, subutilizado, sem garantia de satisfação nem seu dinheiro de volta. E que não adianta devolver, pois o fabricante declarou que não tem conserto, assim mesmo vamos usando, meio quebrado, remendado, colocando tapa-furo em tudo quanto é canto. No Brasil, não se respeitam as leis! As leis existem, mas o brasileiro não as reconhece. Brasileiro não conhece seus direitos. Renegam seus deveres. Subjugam seus defeitos. Ignoram sua procedência. Brasileiro não lê manual! Esse produto o brasileiro usa, sem ligar para ler seu manual: a Constituição Federal, que assim ouso comparar. Ela é como aquele manual se empoeirando no fundo da gaveta, que explica muita coisa, mas que deixa pra lá, porque acha que já sabe como funciona, e então usa como prefere usar. Sei que é exagero, que estou generalizando, dizendo um monte de absurdos. Pode ser. Mas por força de expressão, por ser difícil exemplificar sem generalizar, trago este ponto de vista ilustrativo. Temos: - A Constituição do Brasil, que no artigo 5º que garante a liberdade, a igualdade de direitos, o direito de ir e vir, a livre expressão e tantos outros fundamentos, direitos e deveres individuais e coletivos. a) Liberdade subtraída, caso more em São Paulo, por não poder usar seu carro em determinadas áreas da cidade; b) Igualdade revogada, por não pode usar seu aparelho celular dentro da agência bancária, da mesma forma quanto usa na agência de correios; c) Direito de ir e vir cerceado, por não poder estacionar o veículo na porta de casa, onde pintaram uma ciclo-faixa de um falso vermelho escarlate; d) Comunicação bloqueada, por não podermos usar o recurso de mensagem de texto em lugar da ligação de voz, quando uma minoria o usa para motivos escusos; - O Congresso Nacional, que é a Casa das Leis, está repleto de representantes do povo, criado para ser o Parlamento e não para ser um “Parlamento” (sic!) , onde a sujeira corre solta. e) Legislar para o povo é pedir muito, então para os parlamentares, é mais prático legislar ou defender interesses em causa própria, para quem pagar mais. - O Poder Judiciário, que em todas as suas instâncias, vive sob amontoados de processos, causas e coisas por julgar, parece seguir um pensamento: f) Há muito o que corrigir/curar mas não se resolve com uma panaceia – remédio para todos os males. Como se diz no jargão da saúde pública, é virose, surto, epidemia, endemia, sei lá, quase um pandemônio! Então, se de um todo resta-nos pouco, e que por direito, somos consumidores desse do produto tido como o país do futuro, cabe-nos o dever de seguir usando-o, arrumando-o e ajustando-o. Do contrário, a mais ninguém servirá.

  • Tanto você quis que agora está aqui

    Sempre os mesmos velhos medos. E o que encontramos? Ano após ano correndo sobre este mesmo velho chão Apenas como duas almas perdidas nadando num aquário vazio Você trocaria o papel de coadjuvante numa guerra pelo papel principal numa cela? Tanto quiseram que lhe fizeram trocar Sua zona de conforto pela mudança Do ar quente por uma brisa fria Das cinzas quentes por árvores podres Trocar seus heróis por fantasmas vivos Não. Você não é uma sombra na escuridão. Mas o negro da noite lhe faz perecer O claro do dia lhe ofusca a visão Você acha que você pode descrever Um sorriso sob um véu? Consegue distinguir um campo verde de um trilho de aço frio? Ou céus azuis de um resto de dor? Sabe distinguir o paraíso do inferno? Você tanto quis e agora você está aqui Aproveite a estada, pois a passagem Por aqui será por pouco tempo Tanto a nem perceber Mais tarde ou cedo O bastante; viver.

  • Dia de Ação de Graças e o Black Friday

    Não sou contra os modismos, até porque reconheço que seria hipocrisia de minha parte. E sei muito bem que desde os mais remotos tempos, em matéria de copiar modismos, importar costumes e nacionalizar tradições, nós brasileiros somos muito bons nisso. Recentemente passamos pelo Halloween, que há algum tempo era simplesmente conhecimento como o "Dia das Bruxas",   data que antecede o Dia de Todos os Santos. Lembro de ter visto posts e comentários em rede social criticando o modismo que agora é adotado no Brasil com as crianças usando fantasias de temática fantasmagórica passando na porta das casas como o slogan "Doces ou Travessuras". Tal costume naturalmente foi importado da garotada norte-americana. Malhar o Judas já era... Trazendo daquele dia para hoje, me recorre o quanto a mídia e o comércio em geral exploram estas datas para tornar ainda mais permanentes na mente do indivíduo comum o uso delas como verdadeiras logomarcas, afinal o termo Halloween agora tem muito mais apelo comercial do que em anos anteriores. E o que dizer do termo "Black Friday"? Este sim, mais do que comemorativo, tem o apelo extremamente comercial que chega a ser engraçado, já que seu significado é "Sexta-feira Negra", ver na mídia uma ou outra rede de magazine fazendo a insistente propaganda com chamativa do tipo "não perca, é nesta quarta-feira o "Black Friday" com preços arrasadores!". Fazer o quê, paciência... Mas a título de curiosidade, a tradição da Black Friday é uma ação de vendas que se espalhou pelos Estados Unidos há muitas décadas como sendo a sexta-feira posterior ao Dia de Ação de Graças, com liquidações e preços bem atraentes para o público em geral aproveitar a abertura do período de compras até o Natal. Mais apelativo ao consumo exacerbado impossível, não!? Pelo visto, esta mania dos norte-americanos desceu para os trópicos e por aqui deve ficar, mesmo com o uma suposta crise no mercado brasileiro por aí ou mesmo com o requinte de crueldade e dos critérios abusivos que o mercado varejista aplica sobre olhos e bolsos tupiniquins. Isso sem falar, que já sei vai ao longe, a igualmente tradição importada de veneração ao Papai Noel, que lá na parte de cima do planeta é chamado de Santas Claus e cuja simbologia é quase incorruptível ao imaginário natalino. Ele, o bom velhinho, desde sempre com sua indumentária de gorro e macacão vermelhos com pontas brancas, aparece segurando seu robusto sacolão nas costas cheio de presentes, permanece vivo no folclore infantil e a cada final de ano desabastece os bolsos e saldos bancários paternos. Todos gostam, oras! Faço questão de ponderar que escrevo esta analogia com certo tom de crítica, mas também o faço meramente por constatar que nos tempos atuais não temos mais como viver sem copiar/importar/aplicar tais modismos, costumes e tradições. E claro que nem tudo recai sobre aspecto consumista, pois há também o aspecto sociológico que essas comemorações nos trazem. Mas sabe qual é minha vontade mesmo, e por isso coloquei no título? Minha vontade é que o Brasil tomasse como uso e costume o tão especial Dia de Ação de Graças dos norte-americanos, ou seja, fazendo da última quinta-feira de novembro um dia reservado para o povo praticar a gratidão a Deus, com orações e festas, reunindo toda a família, agradecendo pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano, tendo não menos do que um peru assado sobre a mesa.

  • A Força está com Você. Desperte-a!

    "Que a Força esteja com você!" Quem nunca ouviu ou não reconheça de onde vem esta fala? Claro, está imediatamente ligada ao mega-sucesso intergaláctico "Guerra nas Estrelas" e aos aficcionados por esta saga que atravessa gerações, mundos e galáxias. E se em nosso idioma a frase soa bem agradável, sua pronúncia no idioma original é um lema que merece uma tarja do tipo sui generis: "May the Force be with you!" Mas vamos tentar dissecar um pouco mais o poder contigo nesta frase: A palavra Força (escrita em assim mesmo, com a inicial maiúscula), por si só já ganha status de nome próprio, de algo grandioso e superior, de um objetivo extremo, de um impulso criador, de um ser supremo... Porquanto, deve ser dita com certa robustez sonora, para que, tanto para quem a profere, quanto para quem a ouve, deva absorver a vibração energética nela contida. Vou preferir não entrar em comparações e analogias (ainda que meio óbvias) com referências teológicas nem doutrinárias, pois entendo que isto está subentendido e sugere a interpretação individual. Mas basta traduzir esse sujeito Força como a mola propulsora que faz qualquer um de nós despertar ao nascer do dia. Também serve como definição de Força a dobradinha fé-crença, que exerce em nós a impulsão necessária para alcançar algo mais. Ou ainda, compreender tal Força como a direção mental que vai nos guiando a cada passo. É bem verdade que fatores internos e externos influenciam diretamente na forma como reagimos diante de atos e fatos ao longo de nossa jornada terrena. O que não se pode negar é que justamente nos momentos cruciais é que a Força é vital para mover os seres racionais, frágeis e ao mesmo tempo potentes, que somos. Por isso, mais do que apropriado admitir que a Força está comigo, está em mim, está contigo. E desejar que a Força esteja com você ou repetir que a Força vai lhe/nos despertar, tornar-se-á um comando de ação para seguir lutando, prosseguir na busca e gerir o destino de nossas vidas. Vale dizer que faço oportuna esse texto, tendo em vista o Despertar da Força, que estréia daqui há um mês em todo o universo. Junto com os guerreiros do exército estelar, estarei lá para conferir e certamente a Força estará conosco.

  • Verdades ocultas como meios de sobrevivência

    Já experimentou dizer somente a verdade? A pergunta é meio capciosa, reconheço. Mas quero abrir uma fresta para olharmos um lado nosso que podemos chamar de obscuro, que costumamos não invocar e que, por ser tão subjetivo, preferimos nem trazer à tona. Trata-se de um detalhe que passa ao largo do nosso senso crítico: de que é impossível viver o tempo todo dizendo a verdade, apenas a verdade, nada mais que a verdade. Antes, vale a ressalva: não estou falando em mentir. Ou de se usar a mentira em lugar de falar a verdade, mas sim da autodefesa que nos leva a tornar uma verdade oculta. Também não trago aqui o hábito de se esconder qualquer verdade, de se faltar com a verdade quando preciso for, pois aí já se configura um desvio de caráter. Me refiro mesmo ao aspecto subjetivo, inerente aos hábitos diuturnos que praticamos, de não se dar à verdade um valor gratuito. Agora explicando: Entendo como ocultar a verdade um ato que praticamos intuitivamente, por instinto de sobrevivência, de maneira espontânea e não planejada, circunstancial, quando sabemos que se formos direto ao ponto, a pura verdade poderá nos ferir - ou até ferir alguém. Naquelas situações cotidianas em que, não importando onde nem quando, ao dialogarmos com as pessoas -  conhecidas ou não, entes queridos ou não, por questões profissionais, pessoais ou banais - vem aquele estalo mental e percebemos que não precisamos ser tão literais, expressando em palavras exatas um determinado fato, quer seja sobre nós, quer seja sobre outro alguém. Aquele breve momento em que sentimos que a verdade plena e absoluta não nos convém, o instante em que ocultar a verdade amenizará um fato passado, suavizará um momento presente e não causará um transtorno futuro. E fazemos isso sem pedir licença nem desculpa, sem sentir culpa nem remorço,  sem constrangimento e sem fuga ao pudor. Mesmo porque é por si próprio que se está sendo praticado esse ato insólito. E que se bem não o fizer, mal também não o fará. Sei que ao ser colocada assim, pode parecer que a verdade essencial fica escancarada. E ainda... Os mais puritanos poderão erguer uma bandeira em prol da verdade máxima a qualquer custo. (Hummm... sei...) Os indiferentes vão dar de ombros e talvez até confundam isso com uma "mentirinha de leve". (Bom, paciência...) E os ardilosos vão soltar o verbo seguido do dito popular "uma meia verdade é uma mentira inteira". (Whatever...) Pois bem, do meu ponto de vista, prefiro a certeza de que às vezes é melhor uma verdade oculta que revela o mundo real a uma verdade absoluta que tapa o sol com a peneira.

  • Sonhos puros em realidades plenas

    Uma noite estrelada Um cheiro de fazenda Uma reflexão profunda... Coração batendo forte Um sonhar agitado Pedaços de sonhos Misturados com realidade. Por onde andarão Os filhos que não tivemos? A alegria descarta, despista, Os valores que não percebemos E os sonhos que não se pode ter. Um lugar que deu lugar a outros sonhos Uma luz no caminho que cedeu ao apagão. Foi sonho? Provável, pois ao amanhecer, acabou-se! E o amor pareceu hipocrisia Salvo pela pequena aresta no Coração de alguém que ainda Não o viu partir para sempre.

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