Enquanto gira o mundo, virá e verás

Que o mundo gira... E de um tudo carrego comigo. Transporto-me, saindo, saindo... viajo.


Para longe, mesmo estando aqui. Sumo e volto. Pego e devolvo. Retiro algo de onde não tenho. Mas reponho, até o que não retiro.

Cérebro meu, minha mente.

Minto. Será pouco ou muito? Mente minha, te contenho? Ou apenas tu me conténs? Contente, não se desmente. Independe, tanto faz,

Quando não se sente.

Instantes, vive-se como antes. Vindos, vindes, tantos verdes, Tanto, que quero ver-te! Te ver só, tão somente. Sinto, tanto que não se mede, Malmente, posso ir mais a frente.


Entonces, que quieres? Quiero lo mismo que tu! Pero, será que consigo?

Consigo! Nem sempre o que quero.

Ao menos, tento, pelejo, insisto. Futuro melhor sempre espero. Como tu, eles, nós, nosotros.


Tudo tão distante,  Vida breve que passa logo, Cada vez mais rápido, ah não! Num instante, já passou!


Que seja possível sair daqui, Ir para onde possa, onde queira, Ficando ainda no mesmo ponto.  

Pronto! O pensamento vai te levar Carregue aquilo que é realmente seu Enquanto foras, desconhecido afora.

Vai contente, vai sem demora.

Já vale por estar vivo, ora! Poderás contar o que de fato sentes? Tomara. Ainda que se não puderes,

Virá e verás que o mundo gira. O mundo do vai e vem, entendes? Nele tu és passante, pobre, errante...

Gira, mundo! Ficarei aqui... viajando.

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