Corpo que usa a alma, ao se corresponder com o espírito

Em busca da melhor maneira de expressar o sentimento você encontra a maneira que melhor expressa seu pensamento.


Entretanto, nem sempre o que você pensa representa realmente o que você sente.

Confuso ou contraditório; redundante ou inconsequente? 

Não importa.


Partindo desta analogia, pela velocidade de um pensamento, o corpo pode querer nos dizer algo. Quer dizer à alma que está vivo, bem vivo; falar que quer viver mais, e melhor. Dizer que apenas viver não basta, quer transpor as barreiras do tempo. 

Mas não pode! 


O corpo não pode transpor as barreiras do tempo.


Só o espírito pode. 

E o faz. Para o espírito, não há tempo nem contratempo, quer encontrar um corpo, fazer dele o seu templo.


Quanto à alma? 

A alma é o veículo, o fio condutor, o elo... porque une o corpo ao espírito. E deles, faz sua morada.

Pode haver espírito sem corpo? 

Sim, por todo o sempre. Pois este, transcende.

E haver corpo sem espírito? 

Enquanto vivo, não. Pois vivo, este tem alma.

Enquanto houver alma, corpo (a matéria) e o espírito estão juntos.

Mais lúcida esta forma de interpretação, não!?


Por isso, importa.

Princípio vital, manifestação autônoma relativa à materialidade do corpo: é a alma. 

Conseguimos vê-la, percebê-la ou alcançá-la? 


Impossível, talvez.

Possível sim, é compreendê-la e alimentá-la, através de nossos sonhos, desejos e anseios.

Então veremos como ela se expressa, como pode querer nos dizer: 


- Estude-se, em silêncio! Enxergue-se, no escuro de seus devaneios. Visite-se, estando no seu interior, retifique-se. E encontrarás a sua essência.

Profundo?

De fato, pois as melhores respostas para nossas piores perguntas estão em nossa subconsciência.

Deste ponto de fusão, a alma pode comunicar-se ao corpo, mostrando onde pendulam a força, o peso, a massa, que fazem a matéria justapor-se ao espírito, carentes que são do mínimo equilíbrio contínuo.


Será, porquanto provável, esta a mais difícil tarefa: manter síntono o elemento corpóreo com a centelha divina, tal qual fomos feitos, mas que a profanidade do mundo, nos disso.

5 visualizações

Textos Publicados

Receba notificações de novas postagens
  • Instagram
  • Facebook ícone social
  • Pinterest ícone social

© 2020 - Blog Autoral de José Neto